MAIS ACTUAL BLOG

Rui Costa Pinto - Jornalista/Editor/Publisher

segunda-feira, julho 31, 2017

What else?

Eduardo Lourenço ao Público

O inferno de agosto


Optimismo cínico


Um ditador que gosta de cantar o Despacito

Valham-nos os jornais

domingo, julho 30, 2017

What else?

PR ao DN

«Não desdramatizo Tancos. É grave».

A vida no gueto


Segredo de injustiça

Uma crónica sem aproveitamento algum

sábado, julho 29, 2017

É sábado! What else?

Carne para canhão

«Bombeiros e populações são carne para canhão neste país».

#júlio

Meteorito educacional

Porque não sabemos onde gastam o nosso dinheiro?

Operação Marquês: e o PS?

sexta-feira, julho 28, 2017

What else?

A hora do lobo

Venezuela: entre a polarização e o vazio de poder

LA SEDA: ESTÁ A DAR

A cada dia, com CGD, ou com banco privado, a grande La Seda aparece sempre quando se fala de subsídios ruinosos e buracos financeiros. A seguir, com tempo e muita calma...

A decadente política externa do Ocidente

Pedrógão, mortos e choradinho

O choradinho sobre o "aproveitamento" dos mortos nos incêndios diz tudo sobre a qualidade da Democracia, habituada, demasiado viciada, na opacidade e nos silêncios. De facto, há indignados (vítimas)... E outros "indignados" que vamos sabendo quem são e para onde querem ir...

Pedrógão-Grande: quem tem medo da “politização”?

Por uma campanha diferente

O mandato da PGR


quinta-feira, julho 27, 2017

What else?

A opacidade chamusca a verdade

Secretas: é dispersar

«SIS também soube do assalto a Tancos pelas notícias».

A Geringonça imita o Estado Novo

«Marcelo disse algo com substância. O recado que deixou ontem é claro e confirma aquilo que muitos têm recordado: perante a tragédia de Pedrógão, a estratégia de comunicação de António Costa e dos apaniguados da Geringonça faz lembrar a estratégia do Estado Novo perante as grandes cheias de 1967. Tal como em 1967, o governo recusou tirar ilações políticas e humanas da tragédia. Não há culpados humanos e políticos, há apenas a maldição da natureza e a conveniente diabolização do eucalipto (recorde-se que o eucalipto só representa 17% da área ardida em Pedrógão). Tal como em 1967, a estratégia de Costa passa depois pela diabolização daqueles que fazem perguntas sobre o sucedido, como se tentar saber toda a verdade fosse o mesmo que ser "anti-patriótico” (o tom das primeiras semanas) ou “macabro” (o tom das últimas semanas)».

José Luís Lopes da Mota: the star

Costa desmascarado

A Impresa e os novos donos da banca

Um dia podemos ser nós

quarta-feira, julho 26, 2017

What else?

Se isto é um primeiro-ministro

Costa: basta!

A conferência de imprensa de António Costa é um raro momento de indecência e arrogância políticas. Em vez de pedir desculpa pelos seus erros políticos, presentes e passados, o primeiro-ministro ainda se permite tentar dar lições aos portugueses. É verdade que o povo não o escolheu, mas também é verdade que os portugueses não têm de suportar por mais tempo um primeiro-ministro que não quer perceber que a sua liderança do XXI governo constitucional está ferida de morte.

Instruções renovadas

À espera dos novos capítulos... Como previsto...

Sexo forçado no tribunal

O machismo militante da histeria anti xenofobia

terça-feira, julho 25, 2017

Pedrogão Grande: a lista

É assim. E deveria ter sido assim. Antes de qualquer polémica.
Hugo Soares marca um novo estilo da liderança da bancada parlamentar do PSD.

What else?

Portugal amordaçado

Sem vergonha por 700 milhões

O silêncio da esquerda

O fim da Anacom

Turismo, oportunidade ou maldição?



Porque não quer o governo revelar o nome dos mortos?

Lava mais branco


A ignorância de Estado

segunda-feira, julho 24, 2017

Arqueologias do futuro

What else?

Endividamento: novo recorde



Pedrógão e o governo das culpas dos outros

Pedrógão Grande: PSD sobe parada


P. S. António Costa já respondeu, não respondendo, remetendo a divulgação da lista para o Ministério Público. É caso para perguntar: o que espera a imprensa para fazer o seu trabalho e avançar o que outros querem esconder?

Tudo em família

Crise à vista?

Lista secreta da tragédia de Pedrógão revolta familiares


Incêndios: novo escândalo

«Pedrógão. Novos dados apontam para número muito superior de vítimas».

Costa a forçar

A polémica instalada por causa do número de mortos em Pedrógão só pode ser, em termos benignos, uma tentativa de António Costa forçar artificialmente um clima de instabilidade. A não ser isto, então estamos perante mais uma atitude de uma arrogância política sem par. Parece que os números do défice e do crescimento (dívida à parte) justificam tudo...

domingo, julho 23, 2017

What else?

Não conseguir falar de Alfragide é racismo

Tirania

Fumo sem fogo


sábado, julho 22, 2017

É sábado! What else?

#cultural

Henrique Neto abandona PS

Uma casa portuguesa

«Na Caixa, um inquérito de farsa só podia terminar em farsa».

Observador de investigação

No actual panorama merece destaque: «Carrinhas, listas e cacicagem. Todos os detalhes da guerra pelo poder no PSD/Lisboa». A aguardar os novos capítulos...

sexta-feira, julho 21, 2017

Só existe o que passa na televisão


Confusão na ANPC


Teatro de marionetas


A Galp, os ciganos, a polícia e o cirurgião

Lei da rolha? Porquê?

A democracia vista por baixo

quinta-feira, julho 20, 2017

Que justiça quer o PS?

What else?

A vida para além do défice

PCP e Verdes isolados

«​PCP votou contra homenagem a dissidente chinês. E ouviu: “Lembram-se de Tiananmen?».

Bloco com mar

Ventura, ciganos e regras

André Ventura e os velhos políticos

André Ventura é um jovem jurista (e benfiquista) voluntarioso. Certamente, com outra visão da política. E, seguramente, não se candidatou a Loures para fazer o mesmo que os velhos políticos fazem, ou seja, encher a boca com os direitos e deveres das minorias no papel para depois fazer de conta quando é preciso escrutinar se são cumpridos, ou não, na realidade.

P. S. A forma como candidato do PSD à Câmara de Loures se expressou foi infeliz, sobretudo porque havia muito mais a dizer a propósito de quem vive à custa de subsídios em Portugal... 

Seis meses de resistência democrática

Venezuela e o resquício

No poder ainda estão, olimpicamente, e sem a força da escolha do voto popular, muitos daqueles que levaram Portugal à bancarrota com negócios duvidosos, entre os quais os realizados com a Venezuela. Dúvidas? «Comissão Europeia confirma que discutiu mesmo o tema Venezuela».

quarta-feira, julho 19, 2017

O fim da tentação de Costa

«Quando eu digo não haverá (instabilidade), não haverá».

What else?

Você já morou num Bairro Social?

O cristão deve aproximar-se do gay

Incêndios: lei da rolha 2017

Com as comunicações afinadinhas, resultantes da proibição dos comandantes de bombeiros darem informações sobre os incêndios, o escrutínio passará a ser mais difícil. Será que o objectivo é esconder as quebras das comunicações do SIRESP? A Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) e a ministra da Administração Interna perdem credibilidade a um ritmo galopante...

De Loures a Cascais

«Também há jovens de famílias ricas em Cascais que organizam gangues».

Sendo Gentil com Abel

terça-feira, julho 18, 2017

Gentil Martins não é um exemplo

What else?

Tancos: importam-se de repetir?

A tática do temor reverencial

«Conhecendo, pela primeira vez nesta legislatura, sérias dificuldades de gestão política, os socialistas recuperaram, em jeito de aviso, a máxima de que "quem se mete com o PS leva", uma declinação do princípio de que qualquer ataque ao PS é um ataque ao regime, à democracia, ao Estado de Direito. Quando se sentem atacados, desmerecidos, os socialistas alinham sempre a mesma estratégia combativa de atemorizar o adversário, mostrando-lhe que está a meter-se com algo grande demais, importante demais. Chamemos-lhe de tática do temor reverencial. Não foi apenas com José Sócrates que essa tática foi utilizada. O ex-primeiro-ministro pode ter-lhe dado nova dinâmica, mas desde Mário Soares que é assim; e há razões históricas para isso, que se fundam no papel do PS na consolidação da democracia, para onde desaguou uma importante parte da nossa intelectualidade e tecnocracia, o que criou uma certa identificação com o regime e uma certa ilusão de transversalidade social e política. Esta forma de reação dos socialistas mantém-se desde 1974 porque resulta, há que reconhecê-lo».

O novo ciclo político ou tudo na mesma?

A segunda guerra da TVI

segunda-feira, julho 17, 2017

"Camaradas paneleiros"

«Na festa do Avante de 2015, vários homossexuais foram espancados por seguranças do evento. Um destes homens foi agarrado e atirado para o interior de uma carrinha de apoio à festa. Nessa carrinha, foi insultado (“maricas”, “paneleiro de merda”, “porco”), humilhado e agredido com pontapés e murros. Até lhe apertaram o pescoço com uma corda. No meio desta humilhação, um dos capangas do PCP teve um momento de caridade e exigiu que se parasse com aquele tratamento propedêutico, visto que a vítima era um “camarada” e não um mero “paneleiro de merda”. A resposta do líder da esquadrão de reeducação foi clara: “não há camaradas paneleiros”. Esta cena não aconteceu no consultório de Gentil Martins neste fim-de-semana, mas sim na festa do Avante de 2015».

What else?


Media arrasa governo

É o dia mais negro do XXI governo constitucional. Um mês depois da tragédia de Pedrógão. Na imprensa escrita, nas rádios e nas televisões, durante todo o dia, as críticas avassaladoras à inépcia e desnorte do Executivo não mereceram reacção da parte da ministra da Administração Interna, certamente remetida ao conforto do gabinete. Para além de mais umas bocas de António Costa, em desespero de causa, fica o pedido de demissão de Constança Urbano de Sousa que Assunção Cristas renovou. É caso para perguntar: o primeiro-ministro aguenta o verão?

Um Governo a leste da ameaça que paira sobre o país

Falhas, pontuais e ok

É assim, o nosso SIRESP. Mais umas semanas e está tudo, ok! As pessoas e as florestas que se amanhem...

Crise e revolução


Não esqueceremos!

Professor de Harvard vai processar Estado português

Anomalias democráticas

À espera de novas instruções...

Hoje... O silêncio pesa... Mas há sempre um amanhã...

domingo, julho 16, 2017

What else?

Da noite para o dia

Não estamos na Coreia do Norte

Estado de esquizofrenia política

«Resta, enfim, a esquizofrenia política do PCP e do Bloco: mantêm-se fiéis a Costa, mas insistem num discurso que parece ostensivamente contraditório com essa fidelidade. Percebe-se a sua frustração – que se arrasta, aliás, desde o início da "geringonça" – com o incumprimento de metas ambicionadas pelos respectivos eleitorados. Mas também se percebe que parecem cada vez mais reféns da aliança com um Governo cujo desempenho lhes merece tantas declarações de inconformismo. Ora, essa incoerência mental traduz também uma "ruptura de contacto com o mundo exterior", incluindo o dos constrangimentos europeus. Entretanto, a questão suplementar – e decisiva – é saber se o cruzamento destes estados patológicos não tornará inevitável uma deriva que o país tem sabido evitar até agora: o populismo».

Macron, o grande quê?

Ajuste de contas


Acabou o namoro entre Marcelo e Costa

sábado, julho 15, 2017

É Sábado! What else?

Negócios da política

Rir é o único remédio

Défices de soberania

«O Estado detém hoje soberania partilhada e responsabilidade limitada».

Conversas de café



Secretas: e o vazio continua

sexta-feira, julho 14, 2017

What else?

Balsemão bem passado

Cunha, mediocridade e canalha

A declaração despropositada de António Costa no Parlamento, e a consequente reacção do líder do maior partido da oposição, teve uma reacção à altura da Altice que, prontamente, anunciou a compra da TVI. Sem medo de investir num país sem protecção da cunha política de circunstância e de enfrentar a mediocridade... Ou melhor, de quem não tem medo de uma certa canalha que julga que é dona do país... Será que a Democracia portuguesa ainda vai conseguir respirar sem suporte de vida?

P. S. A Autoridade da Concorrência tem uma palavra a dizer. É de esperar rigor e independência...

PCP: ganbozinos é opção

Tanta mentira junta até choca

Corrupção premiada: sim ou não?

O falhanço do Estado na televisão


Anatomia de uma Revolução

«O PCP percebeu há dois ou três anos que era agora ou nunca».

Grades, grelha e o ensaio sobre

Altice e TVI versus Costa e Passos

E se o governo acabar antes da maioria parlamentar?

Altice compra TVI por 440 milhões de euros

quinta-feira, julho 13, 2017

What else?

Remodelação com toque Brilhante

Lula da Silva: já era

Luiz Inácio Lula da Silva foi condenado a 9 anos e seis meses de prisão pelos crimes de corrupção e branqueamento de capitais, no caso do tríplex de Guarujá, no estado de São Paulo.

A política do caminho caminhando

quarta-feira, julho 12, 2017

What else?

Equações portuguesas

É pobre, então vale tudo...

É negro, então malha nele à vontade...

É pobre e negro, então tudo é possível...



É só uma simpatia, doutor

Costa: a miragem

No debate do Estado da Nação, hoje, o primeiro-ministro revelou que está nervoso. E por isso transpira, transpira, transpira... Sem as barbas de molho, pois claro! Não, não é a direita (PSD e CDS/PP), nem é o Bloco sob a batuta de Louçã que ainda aspira (imaginem!) a Belém ou ainda um Jerónimo com mais ou menos paleio (desesperado) que já era. Esta esquerda não é esquerda, não é nada, é apenas um embuste que convive com quem manda ... Na sombra... Em troco de umas migalhas.. Bastou ouvir o (cínico da estatística) ministro da Saúde. E outros patetas, vamos admitir, por ora, mais ou menos bem intencionados...

P. S. Cristas continua a impressionar!

Bancos dão ordem de penhora

Entre marido e mulher meterás a Autoridade Tributária

Centro Unesco com Cante em Beja

Centro Unesco inaugurado em Beja, com exposição de Ana Baião.

What else?


terça-feira, julho 11, 2017

MP mais forte

O Ministério Público avançou com uma Acusação histórica em relação a 18 agentes da PSP por causa do tratamento racista, bárbaro e ilegal que inflingiram a seis jovens da Cova da Moura. Vale mais uma decisão destas, que ainda está sujeita ao escrutínio de julgamento, que mil megaprocessos.

What else?

Costa: estratégia e erro

António Costa persiste na estratégia de alijar responsabilidades políticas próprias e dos seus dois ministros - Administração Interna e Defesa. Ao reafirmar a confiança política em Azeredo Lopes, depois de ter feito o mesmo em relação a Constança Urbano de Sousa, o primeiro-ministro tenta disfarçar o mais que evidente embaraço reinante com as culpas próprias do Executivo em ambos os casos. Face ao muito do que já se sabe do que se passou em Pedrogão e Tancos, o já dito e o que ainda está por vir a público, é caso para dizer que a arrogância não é novidade em António Costa, já a burrice política, essa sim, fica-lhe mal, prejudica o país e não serve a Democracia.

Operação Marquês. Ricciardi depõe contra Salgado e Sócrates

PT: tragédia com seis capítulos e um fim em aberto

MP acusa PSP de racismo e tortura

António Costa como “fenómeno mediático”

Despartidarizar as autarquias locais

segunda-feira, julho 10, 2017

Tancos, SIRP e DIMIL

Depois do Prós e Contras, em que Maria José Morgado não teve medo de apontar responsabilidades às secretas e polícias no roubo de armas em Tancos, parece que o Ministério Público deu um chega para lá à extraordinária tentativa "judiceosa" de culpar a PGR e Joana Marques Vidal. E, já agora, chegou o momento de perguntar: alguém se lembra (sabe) que o que é a DIMIL? E o SIRP?

What else?

Nova ecologia euro-atlântica

O adeus a Pangloss


Um regime de Caracas

Afinal não havia outra


Truques hilariantes...

... E bem prosaicos. É assim que se pode resumir a demissão relâmpago de três secretários de Estado, subitamente a constituir como arguidos em breve, entre outras "coisas" ainda mais grotescas e medíocres. Vale a pena esperar...

Estados de fragilidade

Bloco no seu pior

Costa: regresso atribulado

Três secretários de Estado abandonam o governo (tarde e a más horas) por causa de uma viagenzinha a Paris. Por sua vez, dois ministros que são politicamente responsáveis por dezenas de mortos e pela maior quebra de segurança nas Forças Armadas continuam em funções. É caso para dizer que há inícios de semana muito bizarros...

Já não se pode defender o Ocidente?

Manuela Arcanjo: Cativações não são aceitáveis

domingo, julho 09, 2017

What else?

Another Brick In The Wall

«Pedro Ruiz III e Monalisa Perez eram namorados e estavam em busca de fama e dinheiro rápidos».

A patrulha e a banda

Deriva

Tiro ao alvo

Ninguém é virgem


Mário David Campos

Soube pela notícia da Cesaltina Pinto. Fica a memória de um jornalista correcto, leal e de muito bom trato.

Força, Costa

António Costa pondera o que fazer, designadamente se avança com uma remodelação ou apresenta a demissão. Se é verdade que Marcelo Rebelo de Sousa poderia aceitar e pedir a Passos Coelho para formar o XXII governo Constitucional, também é verdade que tal governo estaria condenado à partida com o chumbo de PS, PCP e Bloco na Assembleia da República. As sondagens vieram a dar um pouco mais de energia... E o ar descontrolado do PR diz tudo. Por isso a tentação é grande.

Tancos, Secretas e... Chiu!

O silêncio sobre o papel dos serviços de informações no roubo das armas de Tancos é cada vez mais pesado. Os militares continuam a demitir-se. Os polícias meteram o raio no bolso. O Presidente e o primeiro ministro fazem de conta. A generalidade da imprensa e a opinião publicada andam distraídas com passeatas e concertos. O vazio é crescente! E quem manda

A AVESTRUZ E O ESCROQUE

«O Governo está a fazer de avestruz e recusa retirar a cabeça das cinzas de Pedrógão Grande. As recentes entrevistas de Pedro Nuno Santos e Augusto Santos Silva coincidem no essencial: pôr água na fervura da opinião pública e ver se o verão cumpre a tarefa anual de limpeza das más memórias». 

Simplesmente inexplicável

«Foi preciso ter acontecido Pedrógão para redescobrirmos o que, afinal, estávamos fartos de saber: que não existe uma política florestal num país onde a floresta foi ocupando um espaço cada vez mais extenso – e vulnerável –, enquanto crescia velozmente o despovoamento do interior, e que os serviços de prevenção e combate aos incêndios viviam em estado de improviso permanente ou na dependência de equipamentos precários ou inúteis nos momentos mais críticos. E foi preciso ter acontecido Tancos para sermos confrontados com algo que não deveria surpreender-nos: o estado de deliquescência que corrói parte das Forças Armadas, mas levado, neste caso, ao nível extremo do anedótico (com as falhas de segurança e vigilância mais confrangedoras e humilhantes para a dignidade das patentes militares). Se pensarmos ainda na desautorização da ministra da Justiça com as anunciadas – e impensáveis – greves dos magistrados, nos dramáticos buracos na rede da Saúde ou nos improvisos apressados nos programas educativos, ficamos com a imagem de um Governo cujo epicentro se reduz cada vez mais à área das Finanças (de que tudo depende, sob a obsessiva tutela do primeiro-ministro). Para além dos inquéritos e das respostas, dos apuramentos «doa a quem doer», o que está à vista de todos é já simplesmente inexplicável».

G20 e os protestos

A mobilização de cidadãos, uns mais arruaceiros do que outros, revela até que ponto os senhores do mundo e o poder político estão distantes dos povos.

sábado, julho 08, 2017

Lá está ela...


É Sábado! What else?




Custa muito ser feliz?

Santos Silva "ataca" de novo

«A ministra da Administração Interna tem dado uma lição a toda a gente».

Polícia Não Prende Fogo

«A informação confirmada permite-nos verificar que a morte brutal das 47 pessoas na estrada nacional ocorreu mais de cinco horas depois dos primeiros incêndios. O tornado-downburst foi repentino e semeou a morte, mas formou-se horas depois do início dos fogos. (...) 
A organização atenua os desastres da surpresa. Qual organização? Não se sabe agora no meio do downburst de responsabilidades instalado entre Proteção Civil, MAI, SIRESP, autarquias, etc. A estrutura de combate aos incêndios é uma pirâmide burocrática distante da floresta, sem lógica de serviço público, sem ecologia. O carreirismo e a incompetência ajudam a massa combustível. (...) 
A floresta tornou-se um amontoado de massa combustível incontrolável. O mato cresce por todo lado. A corrupção cresce como o mato. O negócio no combate aos incêndios está próspero e incompetente. A prevenção não rende. E a polícia não foi feita para prender o fogo. O eco das 64 badaladas do sino da aldeia de Pedrógão vai perseguir-nos durante muito tempo».

sexta-feira, julho 07, 2017

What else?

Muitas leis e muito desleixo

«Em Portugal temos razoáveis leis, regulamentos e protocolos. Mas não os cumprimos».

Putin-Trump: primeiro encontro de namorados

«Trump e Putin são mestres em “fazer surpresas”».

Estado falhado

«Um Estado não pode deixar morrer pessoas em incêndios».

Por que razão os jornalistas se defendem e ao governo?

Obrigado por tudo

«Somos um país tão seguro que até os assaltantes nada temem».

Angola: debate sem medo

«Regime angolano não é apenas corrupto, é pior que isso».
Paulo Morais

PEDRO NUNO SANTOS: GRAU ZERO

Há entrevistas que devem ser guardadas pelo melhor e pelo pior, neste caso pelo péssimo, em que o protagonista é Pedro Nuno Santos. Ignorar o princípio da responsabilidade política e a ética republicana não é mais nem menos do que um exemplo, mais um, do pior dos aparelhos partidários e das suas "juventudes", em geral, ignorantes e arrogantes. 

O ilusionista desmascarado

Crime do Estado

«Na tragédia de Pedrógão, o Estado cometeu um grave crime: homicídio negligente».

quinta-feira, julho 06, 2017

What else?

Por favor não atirem areia para os olhos

É amor...

... Boa, Cristina

Remodelação ou eleições antecipadas?

António Costa de férias? Alguém acredita? A verdade é que o primeiro-ministro continua a hesitar face uma tal avalancha de críticas. Já não há tempo para mais arrogância e teimosia: remodelação ou eleições antecipadas?

Sr. Presidente, ponha ordem no paiol!

BE diz que Costa “não teve a coragem devida”