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Rui Costa Pinto - Jornalista/Editor/Publisher

sábado, dezembro 31, 2016

Excelente Ano Novo



2016: o ano que matou o sonho

No último dia de 2016 é impossível passar ao lado do extraordinário governo de António Costa. Um governo de esquerda, apoiado pelo Bloco de Esquerda e PCP, a cumprir rigorosamente o Tratado Orçamental, a praticar uma política de austeridade (disfarçada), a salvar bancos com o dinheiro dos contribuintes, a diminuir a TSU e a afundar o que resta da Educação e Saúde públicas é algo nunca visto. É o fim do sonho de várias gerações.

A saia travada da geringonça

Lágrimas e insultos

A esquerda comprou um burro coxo

quinta-feira, dezembro 29, 2016

quarta-feira, dezembro 28, 2016

Gado e jornalistas

Por muito que se possa estranhar uma certa apatia no escrutínio da imprensa ao XXI governo constitucional, é bom que os governantes e demais partidos que o suportam tenham um pingo vergonha e comecem a compreender que há limites. Domesticar gado ainda não é igual a domesticar jornalistas. Ainda há esperança...

Estamos no grau zero, certo?

A mandíbula de Dalí

O elogio de Santos Silva às feiras de gado

A festa de 40 milhões


 

terça-feira, dezembro 27, 2016

Ministro rasca mas poderoso

As tiradas de péssimo gosto são mais do que muitas nos últimos 15 anos. Pela quinta vez empossado como ministro, a gaffe ou nódoa de Augusto Santos Silva não deu origem a qualquer pedido de demissão. Além de rasca, o que o impede de qualquer leviandade em representar a cidade do Porto ou até o Norte, é caso para dizer que nem António Costa já manda e/ou tem mão nele.

Santos Silva: Gaffe ou nódoa?

O BCE é uma ameaça maior do que o populismo

A infantilização do discurso político

Renda abusiva


sábado, dezembro 24, 2016


Aproveitem as Festas

Mais um Natal e um Ano Novo à porta. É hora de aproveitar. Para o ano tudo pode ser diferente.

Votos para o novo ano

Programa das festas


A torneira vai fechar


sexta-feira, dezembro 23, 2016

O regresso da política da fé e do sangue

A Europa imbecil


Em tempo



quinta-feira, dezembro 22, 2016

A carta ao Pai Natal em sete desejos

Os lesados do estado das coisas

Investigação a Sócrates termina em Março de 2017

quarta-feira, dezembro 21, 2016

BCE fecha compras de dívida em 2016

«Juros portugueses nos 3,7%».

PSD: fantasmas oportunistas

Enquanto Marcelo Rebelo de Sousa e António Costa tentam "escolher" o líder do PSD, os candidatos a candidatos são cada vez mais fantasmas oportunistas. Curiosamente, nem todos pensam no assalto...

Lesados do BES e o mistério

«As explicações que António Costa não quis dar».

A impotência é o contrário da democracia

«Tudo à nossa volta nos ajuda a celebrar o Natal mas nada nos ajuda a salvar as crianças de Alepo».

Mariana Mortágua eleita

Aqui chegámos

Gastar à tripa-forra

Sanguessugas

A taxa da vergonha


terça-feira, dezembro 20, 2016

Complexo de assassinato

Ladroagem

Regime semi-marcelista

«Nos próximos tempos, o regime será semi-marcelista e isso é uma novidade política poderosíssima ao fim de 42 anos de democracia».

Os esquecidos do BPN

segunda-feira, dezembro 19, 2016

Jornalismo face a mais uma "Primavera Marcelista"

Nunca o jornalismo foi tão importante como hoje. Com o branqueamento das negociatas e dos grandes empresários que lambem o Estado e o crédito dos bancos como quem chupa um gelado, de uma Justiça para os ricos e outra para os pobres que batem com as costas na cadeia, dos elogios ao SNS enquanto o povo morre à mercê das bactérias resistentes e do transporte entre hospitais, etc, etc... Só faltava um presidente num regime infantilizado, uma espécie de revisitação de mais uma "Primavera Marcelista".... Com a chancela do PS, Bloco de Esquerda e PCP.

Juntas de freguesia ao serviço dos CTT?

O homem que está a mais

«A peronização do regime que Marcelo está a efectuar implica alterações à direita, sobretudo no PSD. Para Marcelo (e também para Costa) é preciso que o PSD se desembarace de Passos».

Camião em Berlim faz pelo menos nove mortos

Marcelo, BES e o bailete

Milhões do INEM na teia de Sócrates e Cunha Ribeiro



“2011” nunca aconteceu

«Em Lisboa, há uma pequena “aldeia” com cerca de 1000 pessoas; mais ou menos, mas não é necessário ser exacto. Vamos chamar-lhe a “aldeia dos 1000”. Esta aldeia é composta por dirigentes partidários, altos funcionários do Estado, empresários, jornalistas, financeiros e banqueiros. Conhecem-se bem e sabem o suficiente sobre as vidas uns dos outros. Frequentam os mesmos restaurantes, vão às mesmas festas, e muitos deles estudaram nas mesmas escolas e universidades. Os membros desta aldeia decidem o que o resto do país deve saber e deve conhecer sobre a realidade. É esse o seu grande poder e a linha condutora de quase tudo o que fazem. Em privado falam sobre quase tudo e tudo combinam. Mas o que dizem em público é filtrado. Os portugueses só devem saber o que os aldeões decidem que devem dizer».

Sondagem de fim de ano

Os “pilares” da nossa cultura

Passos Coelho ganha fôlego

A entrevista de Alberto João Jardim ao Público foi um surpreendente presente de Natal para Pedro Passos Coelho. É que a vontade de um certo Bloco Central é tanta, mas mesmo tanta, com o apoio da renda trabalhada a partir de Belém, que até no melhor pano cai a nódoa...

Vítima da geringonça

«Não seria melhor para Passos deixar a astrologia política e começar a apresentar ideias?».

Estatísticas


A máfia do sangue e o jornalismo


O genocídio de Alepo


quarta-feira, dezembro 14, 2016

A história mais mal contada

Morrer de frio em 2016


Rio de Contas


terça-feira, dezembro 13, 2016

Ana Rita Cavaco: bastonária da Ordem dos Enfermeiros

«Doentes dois dias sem comida e sem medicação em hospital português».

Milagres é mais em Fátima

Bloco: o distanciamento

Mário Soares: um momento

Mário Soares

Cunha Ribeiro preso (em actualização)

«Ex-presidente do INEM também suspeito de fraude em compra de computadores».
«Ex-presidente do INEM preso por suspeitas de corrupção na “máfia do sangue”».

«Cunha Ribeiro, ex-presidente do INEM, foi detido pela PJ».

«Ministro da Saúde aplaudiu atuação das autoridades que investigam negócio do plasma».

«Antigo presidente do INEM preso por corrupção».

«Ex-presidente do INEM preso por corrupção».

«Ex-presidente do INEM preso por suspeitas de corrupção».

Às crianças de Alepo

Trump: táctica ou diferente de Obama?

O julgamento ideológico tem sido a máxima em relação ao presidente norte-americano eleito, ainda antes de iniciar funções, mas eis duas medidas surpreendentes : o fim das loucuras despesistas do novo avião presidencial e do novo programa dos caça-bombardeiros F-35.

Direito ao trabalho e salário mínimo

Um futuro que não seja velho

O Melhor de sempre


Quem é que, afinal, não é populista?

segunda-feira, dezembro 12, 2016

Onde está o lápis azul?

A grande vitória de Assad

Renzi ou quase nada


sábado, dezembro 10, 2016

Marcelo, feelings e negócios de Estado

O Estado-Regulador portuguese style

As oposições entre 2011 e 2015 mentiram

«Depois de 1974, todos os partidos promoveram o Estado social, com destaque, aliás, para o PSD, no governo entre 1980 e 1995. Em 2002, algo mudou. O PSD e o CDS passaram a governar em Portugal só quando é preciso fazer ajustamentos, como em 2002-2005 e em 2011-2015. O PS aproveitou para adoptar a velha rotina comunista, em cartaz desde o VI Governo Provisório de 1975, de acusar os governos de “destruir” os serviços públicos. Foi esse coro que ouvimos às oposições durante o ajustamento da “troika”. Não era exagero, era mesmo mentira, e nem entusiasmou demasiado o eleitorado. Mas ainda serviu, após as eleições, para justificar a aliança parlamentar com que os derrotados assaltaram o governo. De facto, há uma coisa que o actual governo e a sua maioria já destruíram em Portugal: o debate político sério. Começaram com uma mentira, só com mais mentiras podem continuar».

Fidel e o dérbi

Teoria e prática

«No poder, os camaradas sempre souberam tratar bem dos seus».

sexta-feira, dezembro 09, 2016

Corrupção: faz-de-conta que não

Maria José Morgado: a voz inconformada

«O Ministério Público não tem um único perito informático».

Chutar para canto


Hipocrisias


quinta-feira, dezembro 08, 2016

Voltamos às Grandes Obras ruinosas do Regime?

Marcelo: o que esconde a crise na CGD?

O presidente da República continua desesperadamente a tentar branquear o que se passou e está a passar na Caixa Geral de Depósitos. As declarações do presidente da República quase parecem roçar o desespero, com apelos sucessivos a um pacto de silêncio (mais um!) para, eventualmente, que tudo fique na mesma. É assim que se defende o sistema financeiro? Até quando? Até mais um escândalo qualquer como o BES, o BANIF e a CGD? Por que será?

Os salários da CGD e os motoristas de Estocolmo e Nova Deli

As teias que o poder tece

CGD: a esquerdalhice

Alguém de esquerda poderia imaginar que Bloco, PCP, PEV e  PS fossem capazes de chumbar projectos sobre a «transparência e remunerações na Caixa Geral de Depósitos».

Pós-verdade

CGD: a hora dos trabalhadores

A roubalheira a céu aberto que se verificou na Caixa Geral de Depósitos, para já sem qualquer risco para quem a liderou, vai ter um preço alto para os trabalhadores do banco público e para todos os contribuintes: por um lado, os  portugueses vão ter que lá colocar milhares de milhões de euros (ainda não se sabe quanto, pasme-se); por outro lado, 2200 trabalhadores vão para a rua, 180 balcões vão ser encerrados e ainda está prevista a alienação das operações em Espanha, Brasil e África do Sul, e fecho de escritórios em Londres e Nova Iorque.

Orgia ruinosa na Caixa


quarta-feira, dezembro 07, 2016

“Eu e os Políticos” à venda

PJ faz buscas na Santa Casa da Misericórdia

Os maiores erros na gestão da Caixa Geral de Depósitos

terça-feira, dezembro 06, 2016

Passos Coelho: problema irrevogável

Pedro Passos Coelho pode mobilizar o país para esclarecer o escândalo que se está a passar na Caixa Geral de Depósitos, com a conivência do PM e do PR. Mas o líder do PSD foi o que foi e este PS de António Costa sabe-o bem, e sabe como aproveitar. Como noutros dossiers quentes, Passos Coelho não foi até ao fim, travado pelas pressões. E, por isso, não tem legitimidade para apontar o dedo no caso da CGD. Talvez se comece a perceber muito melhor, agora, a razão pela qual Paulo Portas se colocou ao fresco...

Fiem-se no Draghi e não corram...

Donde vem a revolta contra a Europa?

Uma estratégia suicida

Ligações perigosas


O fim da Europa


segunda-feira, dezembro 05, 2016

Super agente e super silêncio

Depois do lustroso Horta Osório, a imprensa portuguesa descobriu os feitos internacionais do ainda mais enjoativo Jorge Mendes. Como este último está na berra, por causa da alegada fuga de impostos de Mourinho e Ronaldo, não seria interessante saber quem é o responsável pelos contratos e planeamento fiscal da Gestifute?


P. S. É esperada a qualquer momento uma declaração de Marcelo Rebelo de Sousa...

Costa e o "difícil"

A entrevista da RTP ao primeiro-ministro foi mais do mesmo. Uma pergunta "difícil",  outra menos "difícil", sempre com o mesmo resultado: abordar muitos temas, mas nunca os aprofundar. É a RTP e o poder!

Há perguntas para responder na Caixa

Caixa: a questão que queima

O que está na origem dos monstruosos prejuízos da Caixa Geral de Depósitos? Eis uma pergunta varrida para debaixo do tapete por políticos, jornalistas e opinion makers. Parece que a pergunta queima... E ninguém está interessado em trazer para o debate público a responsabilização de um saque tão elevado, salvo raras excepções que olham para o cerne da questão. Entretanto, paralelamente, o presidente da República e o primeiro-ministro continuam a liderar o bailete com a novela da escolha do presidente, do salário e da declaração de rendimentos.

Matteo Renzi de fora

CGD e os governantes

O PCP mudou? Claro que não: olhe para Cunhal

Desta vez não dá

O congresso histórico de Jerónimo de Sousa

O novo bom aluno


Uma lição nórdica


Golpe do regime na Caixa Geral de Depósitos

«Por causa deste plano, os gestores dos grandes grupos económicos que devem centenas de milhões de euros à Caixa e continuam a precisar de injecções permanentes de financiamento ficaram muito preocupados. As exigências de novas garantias aos créditos concedidos vão aumentar; as diligências para recuperar pagamentos em atraso vão apertar. Os financiamentos correntes vão secar. Os novos créditos vão desaparecer para alguns dos beneficiados do Regime. E podemos pôr nomes nestes grandes devedores à CGD: Grupo Lena, José Berardo, Grupo EFACEC de Isabel dos Santos, Vale do Lobo, grupo Artlant (La Seda), Auto Estradas do Douro Litoral do Grupo Mello, que também tem outros créditos da CGD, Grupo António Mosquito dono do DN e JN, etc., etc.».

sexta-feira, dezembro 02, 2016

François Hollande: aviso à esquerda

O verbo fácil, o patrioteirismo e  um país falido levaram o presidente da República francesa à humilhação maior de anunciar que não se recandidata. Nem as bandeiras de um esquerda falida lhe permitiram ultrapassar a realidade.

P. S. A saída de cena de Hollande merece respeito.

PCP: começou o XX congresso

É um encontro histórico: vai marcar a afirmação ou a subalternização dos comunistas no panorama da esquerda portuguesa.

Tomates podres

«Se existe democracia em Espanha, à monarquia o deve».

A Europa está nas mãos de Erdogan

Será que nos importamos?


Unidades regionais

quinta-feira, dezembro 01, 2016

Marcelo ataca Passos

O tempo da intrigalhada e das manobras de bastidores já lá vai! Agora é oficial! O Presidente da República não vai descansar, aparentemente, enquanto não correr Pedro Passos Coelho da liderança do PSD. Ao defender o feriado de 1º de Dezembro, sem se esquecer de atacar quem o suspendeu, Marcelo Rebelo de Sousa tomou partido, justa ou injustamente, sem enquadrar a decisão de um Executivo que, além de ter ganho as eleições, teve de adoptar medidas excepcionais que, porventura, permitem a Marcelo e a outros continuar a esbanjar dinheiro em folclore de duvidosa utilidade e, já agora, gosto.

Estamos melhor ou pior? Para onde olhar

Acordo secreto

CGD: Paulo Macedo e o risco

O sistema continua a funcionar. E o Bloco Central também. Paulo Macedo (especialista em impostos, saúde, banca e seguros) parece ser o eleito para liderança da Caixa (curiosamente, parece que também era o ideal para o Banco de Portugal). Só há um grande risco: lembrar-se de convidar outros "banqueiros" de primeira linha com quem trabalhou de livre vontade. Lembram-se? Carlos Santos Ferreira e Armando Vara. A seguir...