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Rui Costa Pinto - Jornalista/Editor/Publisher

segunda-feira, dezembro 31, 2012

Justiça, Bach e Bollywood

O Governo bairrista

Heróis

Os juros que Portugal paga à Troika

Desconcerto para 2013

A Educação em 2013: Concentração e Distância

2013

O desafio da geração

O socialismo estatista não vive sem a sua corte de protegidos

sábado, dezembro 29, 2012

Livrarmo-nos desta gente

Um 2012 difícil

Sr. primeiro-ministro

«Não o merecemos como PM».

Falsos profetas

sexta-feira, dezembro 28, 2012

Condecoração para Artur Baptista Silva

A alegria de Natal

Passos Coelho e os três fantasmas

quinta-feira, dezembro 27, 2012

Assunção Esteves: promessa cumprida

A transmissão da actividade da Assembleia da República em sinal aberto é uma boa notícia que fica a crédito de Assunção Esteves, presidente da Assembleia da República. Quantos mais portugueses assistirem aos trabalhos parlamentares, mas hipóteses o país  tem de sobreviver a esta classe política e governante.

Viver entroikado, estou a precisar de cortar as unhas dos pés

O PM que não merecíamos

Os portugueses não mereciam este Pedro. Nem ele próprio merecia aquilo em que está transformado. Ao fim de pouco mais de ano e meio, o Pedro está cada vez mais parecido com o José. Para quem ainda tinha dúvidas, basta ler a mensagem pessoal que o Pedro deixou no Facebook. Que pena... Será que já escolheu o país de exílio?

Acertar o passo

Teoria geral de Baptista da Silva

Artur Baptista e Silva, PGR e BPN

O caso Artur Baptista e Silva (com p) continua a alimentar a agenda mediática. E a PGR, com uma rapidez digna de nota, já veio a público dizer que está atenta. Já imaginaram se a PGR tivesse estado atenta às primeiras notícias sobre o BPN? Como este país é pequenino...

O optimismo do charlatão

O nosso abismo

segunda-feira, dezembro 24, 2012

Artur Baptista da Silva ou Artur Batista da Silva?

No meio de toda esta cena, só tenho uma dúvida: qual será o verdadeiro nome? Artur Baptista da Silva ou Artur Batista da Silva?

sábado, dezembro 22, 2012

Imaginem por um momento

Dois em um

«Para tempos excepcionais, decisões excepcionais. Se o roubo dos subsídios foi considerado contrário à Lei Fundamental pelo Tribunal Constitucional, quantas normas inconstitucionais encerrará este Orçamento?»

Confundir segurança

«Existe uma clara vontade, de alguns, em militarizar a segurança pública».

O fim do mundo

sexta-feira, dezembro 21, 2012

Falta de valores

O réquiem da Segurança Social

Viver entroikado, gente que é foda

Terei acordado no século errado?

Mais um dia normal em Portugal

«O filme da TAP é a sequela natural do que temos assistido com a RTP».

Vai ser bonita a festa, pá

«Militares tomarão medidas se Cavaco promulgar OE».

Pirou-se

«E pensar que alguns chamaram boy a Nogueira Leite».

A privataria de Passos e Relvas não passou

quinta-feira, dezembro 20, 2012

TAP: e o volte-face aconteceu

Como referi ontem, o inesperado aconteceu. O conselho de ministros chumbou a proposta de Gérman Efromovich. Conclusão: Miguel Relvas está ainda mais morto do que ele próprio imaginava. E nas Finanças, por ora, Vítor Gaspar ainda continua a mandar.

Pátrias utilitárias

Polícias no papel

Na corda bamba

quarta-feira, dezembro 19, 2012

TAP: À espera de um volte-face

Pedro Passos Coelho confirmou uma decisão sobre a venda da TAP para o próximo conselho de ministros. Vai ser interessante perceber o posicionamento de Portas em relação a este dossier com a marca de Relvas.

Voo perigoso

O risco dos spreads

RTP by Overseas

segunda-feira, dezembro 17, 2012

Privatização da TAP: A reacção do PS

A reacção à cacha do Público era inevitável. Mas colocar Rui Paulo Figueiredo a exigir explicações sobre as ligações de José Dirceu a Miguel Relvas pode ser interpretado como uma forma de o PS desvalorizar  a necessidade de saber o que se passou (está a passar) em relação ao futuro da TAP.

Incentivo a despedir

É o Relvas e o Relvas e o Relvas



Não ligue, dr. Cavaco

O fascínio das redes

Crocodilos e segredo de justiça

Nem mais

Sandy Hook: isto é democracia?

O que se passou na escola do Connecticut tem de ser suficiente para derrotar os lobbies que defendem o livre acesso à compra de armas. Uma "Sig Sauer" e uma "Glock" nas mãos erradas podem envergonhar um país inteiro.

domingo, dezembro 16, 2012

E Relvas voa, TAP, voa

Já nada surpreende, com este governo, quando se trata de privatizações, negócios e TAP. Mas a cacha do Público, assinada por Cristina Ferreira, pode ser o prego final no cargo ministerial de Miguel Relvas. 

sábado, dezembro 15, 2012

RTP: de Lisboa a La Valeta, Luanda e Panamá

O fantasma de Relvas

Só e mal

«E o prémio extravagância vai para: Passos Coelho, que fez de Portugal um país único na Europa».

Um caso de política

Ana Gomes na TVI24

Lisboa-Carlão: 400 km de rendas

Nobel da caridade

sexta-feira, dezembro 14, 2012

Paulo Morais na TVI24

Uma magnífica entrevista a Paulo Morais, conduzida por Henrique Garcia, sobre a corrupção em Portugal.

Do arguidismo para o inconstitucional

RTP: E o Panamá tão perto

O comunicado da Newshold vai ficar na história da comunicação social portuguesa. Vale a pena ler, pelo que diz e, sobretudo, pelo que não diz sobre a sociedade Pineview Overseas com sede no offshore do Panamá, um dos paraísos fiscais que não cumpre as regras de transparência em relação aos detentores das sociedades ali registadas.

Corrupção

E se os políticos forem mesmo todos iguais?

O Nobel da guerra

Uma missão para Portugal: exportar

O abuso

«Evitei escrever uma linha sobre o caso RTP. Por um motivo: esperei que o ministro da Administração Interna se pronunciasse sobre o assunto. Com detalhe e rigor, não com as piedades do costume. Pelos vistos, esperei sentado».

quinta-feira, dezembro 13, 2012

RTP: acabou o limite para Relvas & CO

A coisa não vai ser assim tão fácil, com ou sem sotaque afro-brasileiro, ou outro. Não interessa quem é quem, ou o que disse há uns anos atrás. Apenas importa acabar com esta farsa que ultrapassou todos os limites. Admito, por este andar, que a  RTP ainda vai ser responsável pela queda do XIX governo constitucional. Mário Soares, estás perdoado!

P. S. Miguel Relvas? O cadáver político ambulante ainda julga que manda?

TAP a troco de meio Hulk

«Chineses, angolanos e brasileiros já conseguiram o mesmo noutros sectores».

Improvisar o destino

Uma promessa eleitoral feita especialmente para si

quarta-feira, dezembro 12, 2012

Pai Natal = 43 cêntimos à hora

A intocável Banca

Sobreviver

«É possível e desejável que o prémio Nobel da Paz atribuído à União Europeia tenha também a força simbólica mais ou menos indirecta de assinalar a necessidade imperiosa de coesão e solidariedade entre os Estados-membros que a constituem».

Adeus, Médio Oriente?

«Obama é mais um homem de boa vontade do que um visionário».

segunda-feira, dezembro 10, 2012

Incongruências

Percepção da morosidade

Os dois Estados

sábado, dezembro 08, 2012

O caso Medina Carreira

«O processo "Monte Branco", que detectou fugas ao fisco e branqueamento de capitais, é demasiado sério e importante para ficar manchado por qualquer tipo de suspeita de reacção corporativa contra um opinion maker que duvida da organização da justiça portuguesa».

Janeirinha

«O povo não gosta de impostos nem gosta que o chateiem e se metam na sua vidinha local».

A dupla

Terra à vista

País de programa

«Que título para uma má telenovela!».

quinta-feira, dezembro 06, 2012

Ó Serra, apetecia-me algo!

Durante uma intervenção do primeiro-ministro na Universidade Nova, oito estudantes entenderam exibir uma faixa com a palavra "demite-te". De imediato, um zeloso segurança, com um ar intimidatório, mas mais polido do que o normal, entendeu tentar acabar com o protesto. Até aqui tudo (a)normal, não fora o pedido do próprio primeiro-ministro: «Pedia ao Serra [um dos elementos da segurança do primeiro-ministro] que deixasse os senhores ostentarem o cartaz sem nenhum problema. Vivemos, felizmente, numa situação de boa saúde da nossa democracia e não vemos nenhuma razão para que os senhores não possam ostentar as faixas que entenderem». 
Está tudo dito quando um primeiro-ministro tem de afirmar a «boa saúde da democracia». O que se segue:  O ministro que continua em funções porque é amigo do primeiro-ministro? Umas bastonadas na próxima manifestação? Mais uma compra de equipamento militar e uma privatização envoltas em suspeitas? Mais um processo judicial que demora anos a ser julgado? Mais mentiras aos pensionistas, que continuam a ver as suas magras reformas roubadas? 
Para atestar este súbito gesto magnânimo, só falta Pedro Passos Coelho, numa próxima aparição pública, fazer um pedido: Ó Serra, apetecia-me algo!

A política do engonhanço

A estratégia do desastre

Pior que no Botswana

segunda-feira, dezembro 03, 2012

Os negócios, os barões e a rolha

Passos Coelho criou uma ONG, em 1996, onde não faltam barões do PSD. A notícia é de José António Cerejo, o mesmo jornalista que pretendeu investigar a casa de Aníbal Cavaco Silva, no Algarve, mas foi impedido pelo Supremo Tribunal Administrativo. Eis duas cachas que fazem pensar.

O regresso de António Guterres

Enquanto outros estão calados, o ex-primeiro-ministro continua a fazer a diferença: «Todos aqueles que exerceram funções em Portugal têm uma responsabilidade».

O ridículo da geração

O novo muro

El Mambo Taxi

«Em matéria de táxis, Lisboa tem as suas particularidades. Uma é ser necessário que um ou dois polícias controlem a recolha de passageiros nas chegadas do aeroporto».

Um sinal trágico

As lágrimas das carpideiras

«O elevado desemprego entre os jovens sustenta a redução do abandono e o aumento da escolarização».

domingo, dezembro 02, 2012

RTP: há silêncios que matam

Marcelo Rebelo de Sousa deixou a dica que muitos já tinham colocado em hipótese: Luís Marinho, director-geral da RTP, foi ou não informado sobre a visualização de imagens não-editadas pelos agentes da PSP?  Será por causa desta questão, que ainda não está esclarecida, que Nuno Santos está tão indignado com o resultado do inquérito interno da RTP? 

sábado, dezembro 01, 2012

Portugal: o país sem cultura democrática

Segurança fragilizada

Insuficiente menos

Último orçamento

Governo perverso