O primeiro-ministro das pseudo-reformas aproveitou a tradicional mensagem de natal para mais umas palavras de auto-elogio. Paradoxalmente, a enumeração da lista de 'feitos' governamentais contrastou com os alertas para a crise, num discurso politicamente esquizofrénico. Em mais uma acção de pura propaganda, ficaram as poucas palavras certeiras de apelo à paz.
Apesar do esforço fisico e psiquico, não consigo ver nem ouvir/ver Sócrates. Acontece-me o mesmo relativamente a Cavaco silva e ao Papa.
ResponderEliminar