Fui dos que considerou errada a escolha de um ex-ministro socialista para a presidência do Tribunal de Contas. Nunca coloquei em causa a sua seriedade, mas apenas considerei - e considero - que em abono da sanidade da Democracia tem de haver uma separação clara entre cargos de confinaça política e os que devem estar acima de qualquer suspeita. Dito isto, o balanço do mandato do actual Presidente deve ser sublinhado pela positiva.
Com mais um exemplo. Mas ainda falta chamar a atenção para uma questão essencial: não há consequências penais? Fica tudo na mesma, como sempre?
justo e interessante
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