Tal como já tinha acontecido com a imprensa escrita e falada, com os resultados que se conhecem, as televisões adoptaram como opinion makers, definitivamente, os políticos/comentadores, capazes da proeza de anunciar e comentar ao mesmo tempo os seus próprios projectos pessoais e até ambições futuras. Em relação às presidenciais de 2016, a primeira vaga está concluída: na SIC, Costa lança Santana Lopes, sem dizer, por ora, o que vai fazer; na TVI, Marcelo lança Durão Barroso e admite ser um dos candidatos; na RTP, Sócrates lança-se a si próprio, quiçá para todos os cargos públicos electivos e não-electivos; e na CMTV, Santana Lopes tenta passar entre os pingos da chuva da liderança da Santa Casa da Misericórdia e da política activa. Assim vai a a opinião política, entregue aos ex-governantes e actuais detentores de cargos públicos, em que as notícias em primeira mão e os comentários passaram a ser dados pelos próprios protagonistas.
segunda-feira, outubro 28, 2013
As televisões e os candidatos
Publicada por
Rui Costa-Pinto
à(s)
10/28/2013 05:48:00 da tarde
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